Extra - O presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), Nelson Massini, em entrevista nesta sexta-feira à CBN, negou que houvesse superfaturamento na compra, sem licitação, de material de ensino na empresa Silva & Marques Cia, conforme denunciou um funcionário do almoxarifado da instituição em Quintino, o servidor Erotildes Alves de Moura . Segundo Massini, a diferença de preços do alargador do tubo de aços, por exemplo, que pela nota da Faetec custaria R$ 1.170 e em uma loja sairia por R$ 8,60 (isto é, 136 vezes mais barato), deve-se à qualidade do material.- Não estamos falando de compra de papel higiênico, em que as diferenças sutis de preços se dão de acordo com a marca. Estes equipamentos seriam como se estivéssemos comprando um carro, categoria em que há uma enorme variação de preços. Não optamos nem por um Fusca, nem por uma Ferrari. Ficamos com o equipamento intermediário. O nosso erro foi não ter especificado isso melhor no ato da compra - disse o presidente da Faetec em entrevista à CBN.
