O Globo - A Corregedoria de Polícia de Civil abriu na segunda-feira uma sindicância para apurar como seis celulares, carregadores e um notebook foram parar na carceragem do Ponto Zero, em Campo Grande, onde estão detidos os 16 fiscais de renda acusados de envolvimento no caso Propina S/A, desencadeado em novembro. No fim da noite de domingo, promotores do Ministério Público estadual, com o apoio de policiais da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP (CSI) investigaram a denúncia de que os fiscais estavam podendo sair da prisão para visitar parentes, além de checar se o grupo tinha regalias.O material apreendido estava num fundo falso de um armário. Fontes confirmam que o móvel ficava na carceragem utilizada pelos fiscais. Mas, à noite, aassessoria do MP garantiu que os equipamentos estavam fora da cela. Os celulares e o notebook serão periciados para descobrir quem afinal estava usando os telefones. Segundo integrantes que participaram da operação, os fiscais dormiam num local conhecido como "suite" e pagavam até R$ 15 mil mensais pela mordomia. O lugar tem ar-condicionado, televisão de 14 polegas e um frigobar. De acordo com essas mesmas fontes, foram encontrados sete carregadores de celulares, escondidos dentro de um pote plástico.terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Presos no Rio tinham até notebook na cela
O Globo - A Corregedoria de Polícia de Civil abriu na segunda-feira uma sindicância para apurar como seis celulares, carregadores e um notebook foram parar na carceragem do Ponto Zero, em Campo Grande, onde estão detidos os 16 fiscais de renda acusados de envolvimento no caso Propina S/A, desencadeado em novembro. No fim da noite de domingo, promotores do Ministério Público estadual, com o apoio de policiais da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP (CSI) investigaram a denúncia de que os fiscais estavam podendo sair da prisão para visitar parentes, além de checar se o grupo tinha regalias.O material apreendido estava num fundo falso de um armário. Fontes confirmam que o móvel ficava na carceragem utilizada pelos fiscais. Mas, à noite, aassessoria do MP garantiu que os equipamentos estavam fora da cela. Os celulares e o notebook serão periciados para descobrir quem afinal estava usando os telefones. Segundo integrantes que participaram da operação, os fiscais dormiam num local conhecido como "suite" e pagavam até R$ 15 mil mensais pela mordomia. O lugar tem ar-condicionado, televisão de 14 polegas e um frigobar. De acordo com essas mesmas fontes, foram encontrados sete carregadores de celulares, escondidos dentro de um pote plástico.Quem sou eu
- Bonitão
- Luciano Bonitão é formado em Comunicação pela PUC-RJ (turma do Henry Sobel) e só não terminou o mestrado porque a ponta do lápis quebrou. Declarações de amor, pedidos de emprego e contatos para shows: blogdobonitao@gmail.com